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PEEK, uma inovação nas próteses híbridas

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    A inovação, os procedimentos e os detalhes que fazem a diferença no dia-a-dia dos tratamentos dentários.

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PEEK, uma inovação nas próteses híbridas

O futuro da Medicina Dentária passa pela substituição dos metais convencionais por materiais cada vez mais estéticos, biocompatíveis e confortáveis para o Paciente. Para além de metais, existem outros materiais que já são utilizados em laboratório e que permitem obter melhores resultados nos trabalhos realizados. Já ouviu falar do PEEK?
 

O que é?


O PEEK é um polímero de alto desempenho que tem vindo a ser aplicado em várias indústrias devido às suas propriedades físicas. Assim, para além de ser utilizado na área aeroespacial há mais de 25 anos (para produzir depósitos de combustível de aviões, por exemplo), este componente também traz benefícios para a Medicina Dentária.

O PEEK é um dos materiais mais inovadores em laboratório.

Atualmente, este material é utilizado sobretudo na produção de barras de reforço para as próteses híbridas (isto é, próteses totais sobre implantes, feitas em acrílico), para promover a sua resistência. 

 

"Este material é utilizado sobretudo na produção de barras de reforço para as próteses híbridas."

 

Até há pouco tempo, era comum realizar-se este procedimento com recurso a cromo-cobalto ou, mais recentemente, a titânio (por ser mais leve, mais resistente e menos propício à formação de bolhas). Hoje em dia, o PEEK é o material de eleição, porque veio trazer características muito úteis, eliminando a necessidade de recorrer a um metal, com muitas outras vantagens associadas. Vejamos algumas:
 

Quais são as vantagens?


Existem várias vantagens associadas ao PEEK, quando comparado com o cromo-cobalto e o titânio:
 

  1. Estética – Face aos metais, este material produz os resultados mais favoráveis em termos estéticos. De facto, a cor do PEEK é muito melhor do que a cor de qualquer um dos outros metais, passando despercebido debaixo do acrílico.

  2. Peso – Este material é ainda mais leve do que o titânio e, por isso, a opção que garante maior conforto ao Paciente. 

  3. Resistência – Trata-se de um material mais maleável do que os metais, que permite efetuar movimentos com maior segurança e que é muito mais difícil de se partir com as cargas mastigatórias, por exemplo.

  4. Estabilidade – Também é uma solução mais estável do que o cromo-cobalto, garantindo menos oscilações.

  5. Mais fácil de repetir – No caso de ser necessário repetir o processo, o PEEK tem a vantagem de diminuir o tempo de produção. Neste aspeto em concreto, a repetição de um tratamento com uma barra em metal é muito mais complicada, envolvendo a fundição do metal e outros cuidados muito mais demorados.
     

Um exemplo da incorporação da tecnologia


Atualmente, a tendência dos procedimentos laboratoriais passa claramente pela utilização do PEEK neste tipo de processos. As vantagens enumeradas anteriormente fazem deste material uma solução superior em quase todos os aspetos e que, no seu todo, se torna na opção mais viável para reforçar próteses híbridas. 

Até surgir uma opção melhor, o PEEK continua a ser mais um exemplo da incorporação da tecnologia nos procedimentos laboratoriais, sempre com o intuito de devolver sorrisos aos Pacientes da forma mais eficiente, confortável e esteticamente apelativa.